Não é novidade que uma cidade sem fiscalização, comerciantes que exploram o ramo de bebidas, fazem o que querem, colocando mesas e cadeiras em praças, parque infantil e calçadas, sem pagar impostos, abusam de som auto, sujam os locais públicos, destroem o patrimônio do município, utilizam indevidamente espaços que não são proprietários; A cabeceira da ponte do São Caetano e até o muro do Centro de Cultura é alvo de comércio; Deste jeito certamente é fácil ter um bar, basta pegar um espaço em uma praça e vamos vender bebidas.